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Lights Out | Crítica


Filmes de terror que desenvolvem sua história junto com o horror e não se preocupam só com banhos de sangue e gritos estão de volta as graças do público. Blockbusters como Invocação do Mal e Sobrenatural tem enchido os olhos dos espectadores desenvolvendo o terror como nos filmes de antigamente.

Em 2013, o diretor David F. Sandberg lançou o curta Lights Out que foi vencedor de um prêmio de curta metragem e direção de terror. Um tempo depois foi confirmado que o diretor faria um filme baseado curta, que foi lançado esse ano.

O filme conta a história de dois irmãos, Becca e Martin, ela saiu de casa cedo e tem uma vida independente e longe da família e ele, criança que vive com a mãe que sofre de diversos problemas psiquiátricos. Logo após a morte do marido da mãe, Becca é chamada pela escola do irmão, que diz que ele tem dormido nas aulas. Ele a confidencia que a mãe recebe visitas de um ser que se denomina ''Diana''. Essa entidade não suporta e luz, e se manifesta nas trevas, em torno da mãe deles, e vai fazer de tudo até ter a mulher para si. Típica história de espírito obsessivo e tudo mais.

A história não tem enrolação e já explica todo o necessário antes da metade do filme, o que nos poupa a busca por respostas que sempre acontece nesse tipo de filme. Teresa Palmer está muito confortável no papel, sua protagonista é forte, decidida e humana. O novato Gabriel Bateman faz Martin, em uma atuação bastante promissora. O clima do filme é bem construído e cada vez que a luz pisca temos a certeza de que Diana vai aparecer.

O filme é um conto de terror, contado de forma simples e direta e que tem suas cenas de tensão nas partes certas e um desfecho um pouco abrupto. Esse aspecto da direção não enrolar em nenhuma parte talvez se deva ao diretor estar acostumado com curta-metragens. Isso tornou o filme rápido e dinâmico, apesar de um pouco corrido.

Lights Out está longe de ser um filme muito bom, mas cumpre seu papel no entretenimento e é um filme bem legal de ser visto num domingo a noite, de preferencia no escuro.

Abaixo você pode ver o curta que originou o filme:


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