Ads Top

Crítica | Brightburn: O Filho das Trevas

📷 Sony Pictures



Por: Victor Cayke
Brightburn – O filho das Trevas, que estreia nesta quinta-feira (23/05), nos cinemas brasileiros,  vem com uma premissa e atmosfera bem aterrorizante, devido as divulgações nas mídias sociais com teasers de apavorar os fãs do gênero. O filme se inicia com uma atmosfera bem aterrorizante, uma direção de fotografia muito bem feita, efeitos especiais magistrais, uma paleta de cores fria que só acrescentam mais tempero ao horror do filme.
O título do filme é em homenagem ao nome da cidade que se desenvolve numa pequena fazenda, onde existe um casal que está buscando ter um filho há muito tempo e em um certo dia um objeto não identificado cai do céu com um bebê dentro dele.
Tori, sua mãe, o nomeia como Brandon. O casal diz que ele foi adotado escondendo-o da verdade sobre o seu nascimento. Certo dia, ele sente uma atração muito forte ao objeto em que ele veio, que foi aprisionado pelos seus pais no celeiro, a partir daí o mal começa a invadir o corpo do filho do casal onde acontecem eventos tenebrosos durante a projeção do filme.
A produção se desenvolve com uma história com poucos erros de continuidade, vários jump scaries, com uma mãe super protetora que faz de tudo para defender o filho de todas as acusações que o mesmo é “injustamente” julgado.
Com um final inesperado, Brightburn – O filho das Trevas acaba tendo um final cheio de mistérios onde não se sabe nada sobre uma possível continuação ou se foi apenas um fim  que o diretor David Yarovesky quis apresentar. É uma boa adaptação da história do Superman numa versão horror, o resultado é um bom filme, mas com um final decepcionante para os amantes do horror.
Assista ao trailer:

Nenhum comentário:

Tecnologia do Blogger.