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Crítica | Obsessão

📷 Divulgação 


Obsessão, que estreia nesta quinta-feira (13/06), nos cinemas brasileiros é o primeiro filme subvalorizado de 2019 com uma equipe comandada pelo diretor Neil Jordan (Entrevista com o Vampiro), e estrelado por Isabelle Huppert (Elle) uma das lendas do cinema europeu e por  Chloë Grace Moretz (Carrie - A Estranha).
O filme conta a história da garçonete Frances McCullen (Grace Moretz), que no seu caminho para casa, encontra uma bolsa dentro do metrô pertencente uma solitária viúva chamada Greta Hideg (Huppert), que logo convida a jovem para um café. As duas rapidamente desenvolvem uma amizade – e Greta aos poucos se torna como uma mãe para Frances. No entanto, mais tarde, Frances descobre que sua mais nova amiga tem atitudes estranhas, fazendo com que a relação chegue a um ponto extremo.
Com diálogos iniciais intrigantes e uma fotografia sombria, que ajuda a criar a atmosfera de mistério, o filme se torna atrativo quando Huppert aparece em cena na pele de uma doce senhora de voz suave, com atitudes delicadas e estranhas ao mesmo tempo. Aqui, a atriz consegue deixar claro, durante sua atuação meticulosa, que aquela viúva tem segredos obscuros.
Obsessão retrata as relações humanas e a luta contra a solidão, a dor e a perda. Frances é uma jovem que acabou de perder a mãe e não mantém uma boa relação com o pai. Em determinado momento da trama os encantos maternos de Greta começam a se dissolver e a crescer cada vez mais perturbadores, à medida que Frances descobre que nada na vida de Greta é o que parece.
Obsessão como filme, pode despertar o interesse de fãs de tramas psicológicas. Onde levanta o pensamento de como as pessoas podem, depois de algum tempo, assumir em sua vida algo como plausível, tendo em mente o fator psicológico e com final que entrega uma boa surpresa.
Assista ao trailer:

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