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Resenha | Os Olhos do Dragão




Stephen King é sem dúvida, um dos maiores escritores da atualidade. Seus livros se consagraram como clássicos do suspense e do terror. Mas e se te afirmassem que o mestre do terror já escreveu um conto de fadas? 

Publicado no Brasil pela Suma de Letras, o livro Os olhos do Dragão foi escrito para a filha de King, que sempre reclamava que não podia ler as histórias do pai. Fugindo do habitual, o autor transporta o leitor para Delain, um reino longínquo que já foi governado por milhares de reis diferentes, lá o leitor é apresentado a uma família real bem distinta. Rei Rolando é um rei mediano, nem bom nem ruim, amado e tolerado pelo povo. 

De um lado do rei, está a rainha Sacha que induz ser um bom governante. Do outro, existe Flagg, o mago real. Escondendo sua real intenção ele passa seus dias aconselhando o rei. O mago pretende levar Delain a ruína através do rei, mas é frustrado pela boas ações da rainha. 


Após a estranha morte de Sacha em seu segundo parto, Flagg tem o rei a sua mercê. Os dois filhos do rei estão sob vigia do mago, que pretende governar o reino através de um deles.


Pedro é o mais velho, inteligente, honesto, o futuro rei que toda a Delain ama. Tomás, o mais novo é desajeitado, lento e ignorado pelo pai, e praticamente por todos. Se aproveitando disso, o feiticeiro bola um complexo plano parar assassinar o rei e seu filho mais velho e coroar Tomás. 

Como todos os bons contos de fadas, Os olhos do dragão não desaponta e a narrativa do autor passa a impressão de que a história está sendo contada ao pé do ouvido na hora de dormir, ou ao redor de uma fogueira. É o tipo de história que faz o leitor se sentir uma criança ouvindo um conto mágico pela primeira vez.

King desafia, questiona e deixa o leitor formar suas próprias opiniões sobre as situações e os personagens apresentados.  O livro é fantástico. Um homenagem as histórias sobre magia, heróis e dragões, sem nunca perder a essência do autor.

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